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GoPro lança aplicativo que transmite imagem do drone ‘Karma’ para outros dispositivos

A GoPro anunciou o Karma como seu primeiro drone e encantou o mundo. O aparelho conta com diversas novidades e características incríveis, sendo uma delas suas alta mobilidade. Outra boa notícia para os usuários é que a câmera utilizada pelo drone pode ser escolhida pelo usuário. Agora, para compartilhar a imagem fornecida pelo Karma, os usuários podem utilizar o Passenger, um aplicativo de transmissão ao vivo para o drone.

Com o Passenger o dono do Karma pode compartilhar a imagem capturada pelo drone com outros usuários que possuam o aplicativo instalado em seus smartphones ou tablets. Como esta função utiliza o WiFi 5 GHz para funcionar, é necessário estar perto do piloto e ter a senha para ter acesso à transmissão. Uma vez conectado, o “passageiro” poderá controlar alguns recursos da câmera, como resolução, frames por segundo e campo de visão.

“Saia para um passeio no Karma. O aplicativo GoPro Passenger permite que você utilize seu smartphone para entrar na transmissão ao vivo de um drone Karma que esteja próximo e ver o que ele vê. Você também pode controlar a câmera enquanto o piloto foca somente na pilotagem.”

Para utilizar o aplicativo Passenger é preciso ter o Android ou iOS, sendo que a versão mínima suportada é a 4.2 Jelly Bean (Android) e a 9.0 (iOS). Além disso, é indispensável que o smartphone ou tablet possua suporte à tecnologia de WiFi 5 GHz, que está presente na maioria dos novos aparelhos porém pode não ser encontrada em modelos mais antigos.

O Passenger pesa 47,49 MB no Android e 53,8 MB no iOS, porém infelizmente não possui suporte para o português.

FONTE: Tudo Celular

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Drone modular estimula criatividade dos jovens e pode virar um hovercraft

A Makeblock, uma startup chinesa baseada em Shenzhen, criou um drone modular que pode ser montado de diversas maneiras diferentes de acordo com o seu objetivo. O foco do dispositivo é a educação de crianças e adolescentes nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, chamadas juntamente, na língua inglesa, de STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematics).

Assim, com o Airblock em mãos, você tem uma central de processamento que controla as unidades de propulsão separadamente. Elas se conectam umas às outras através de ímãs presos às estruturas leves feitas de um tipo de isopor. Dessa forma, você não precisa ter medo do seu drone cair no chão e se espatifar: na verdade, ele vai fazer isso mesmo, mas você pode remontá-lo novamente da maneira que quiser.

MUITOS BRINQUEDOS EM UM

“Tudo isso serve como porta de entrada para os jovens aprenderem programação e engenharia”

Além da forma de drone, uma base feita com o mesmo material leve está inclusa no kit. Com ele, você pode criar um hovercraft capaz de flutuar com delicadeza sobre o chão e até sobre a água. O Airblock está sendo custeado por uma campanha no site de crowd funding Kickstarter e ultrapassou sua meta em menos de 24 horas.

Para controlar o drone, o usuário utiliza um aplicativo em seu smartphone ou tablet. Através dele, é possível programar rotinas aéreas e até criar manobras radicais de maneira simples e intuitiva. Tudo isso serve como porta de entrada para jovens aprenderem programação e engenharia da maneira mais divertida: brincando!

FONTE: TECMUNDO

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Acessório para GoPro permite fazer imagens aéreas sem usar drone

O AER é um acessório curioso para GoPro que permite a captura de vídeos e fotos aéreas por um preço mais acessível já que dispensa o uso de drone. O gadget é, basicamente, um suporte com design aerodinâmico, feito um avião ou míssil. Com isso, o AER pode ser arremessado com a câmera a bordo, para planar no ar e cobrir a maior distância possível enquanto grava vídeos.

Não há muito segredo a respeito do dispositivo que é feito de um tipo de espuma sintética para maior leveza e resistência. Na parte da frente, há uma cápsula em que a GoPro – seja GoPro Hero 3+, GoPro Hero 4 ou GoPro Hero5 – pode ser instalada. A cápsula ainda é protegida para evitar danos nas inevitáveis quedas durante o uso.

Para funcionar, uma vez que a câmera está instalada no acessório, basta que o usuário lance o AER pelo ar. O design aerodinâmico do AER permite que ele plane de forma estável, algo essencial para que as imagens tenham qualidade. Para gravar vídeos é possível iniciar a filmagem a partir do aplicativo da GoPro. Para fotos, o ideal é usar o modo burst, segundo a fabricante do AER.

Interessados no AER e na proposta de imagens aéreas de forma mais barata via GoPro podem adquirir uma cota da campanha do Kickstarter. Restam ainda 23 dias de campanha e, no momento, o pacote mais barato que dá direito ao AER para a GoPro, sai por € 49 (equivalente a R$ 173, em conversão direta, sem considerar impostos). As entregas estão previstas para começar em janeiro de 2017.

FONTE: TechTudo

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Passport: um drone de 250 gramas

Conheça o drone ultraportátil da Zero Zero Robotics que, mesmo do tamanho de um livro, conta com uma câmara 4K e um sensor fotográfico de 13 MP. As primeiras encomendas começam a chegar esta semana.

Foi no passado mês de abril que a Zero Zero Robotics anunciou o seu drone ultraportátil. Com menos de 250 gramas de peso, o Hoover Camera Passport foi apresentado como uma solução otimizada para o transporte e para a utilização pessoal. Seis meses depois, os primeiros exemplares começam a chegar às casas dos utilizadores.

As características do aparelho deixam claro que a intenção da empresa era simplificar. Dobrado, o Passport não fica maior do que um livro fechado e as dobradiças acopladas aos propulsores tornam a montagem exigida para o lançamento num processo rápido e simples.

Uma vez no ar, o drone é capaz de gravar em 4K e fotografar com uma resolução máxima de 13MP. A câmara utiliza ainda uma tecnologia de detecção facial e corporal para conseguir acompanhar ou orbitar o piloto e melhorar o registo de selfies que podem ser configuradas através de uma aplicação móvel.

A app disponibiliza também os controlos que comunicam com o drone através de uma ligação WiFi a uma distância máxima permitida de 20 metros. Com a bateria totalmente carregada, o Passport consegue voar durante 10 minutos seguidos e atinge uma velocidade máxima de 29 km/h.

Para um drone simples como este, o preço pode ser um fator de eliminação. Se quiser obter o Passport terá de dispensar 600 dólares, pouco mais de 544 euros aos quais se subtraem 50 dólares de desconto durante as próximas duas semanas.

Se estiver à procura de uma proposta mais profissional, capaz de voar durante vários minutos a grandes altitudes, esta é a opção errada. Por outro lado, se quiser elevar a qualidade das suas selfies a outro patamar, considere o Passport.

As primeiras encomendas vão começar a ser remetidas esta semana.

FONTE: SAPOTEK

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Intel apresenta novo drone para uso comercial – Falcon 8+

Ainda sem preço e data de lançamento, octocóptero é voltado para inspeção industrial, pesquisas e mapeamento para profissionais e especialistas.

A Intel apresentou um drone comercial chamado de Falcon 8+ para o mercado norte-americano. O objetivo da companhia é liderar o mercado de veículos aéreos não tripulados, especialmente no segmento comercial.

A fabricante de chips vem analisando novas oportunidades para o seu silício e outras tecnologias fora dos mercados tradicionais como PCs, especialmente após seu fracasso no mercado de smartphones. A companhia já tinha se metido no mercado de drones para consumidores por meio do Typhoon H, da Yuneec, que usa a plataforma de visão computacional RealSense para navegação inteligente por obstáculos. Além disso, a Intel também introduziu a plataforma Intel Aero para os desenvolvedores criarem os seus próprios drones.

A oportunidade para a Intel é que muitos países, incluindo os EUA, estão lentamente liberando regras para o uso comercial e de consumidores dos drones. A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) anunciou regras em junho deste ano para o uso comercial de drones, mas as suas disposições como restrição de campo de visão para o uso das aeronaves não tripuladas não atenderam às demandas de permissão para voar diversos drones além do campo de visão com o controle de apenas um operador.

O CEO da Intel, Brian Krzanich dirige um comitê de conselheiros montado pela FAA para discutir medidas futuras para a integração de sistemas de aeronaves não tripuladas no espaço aéreo dos EUA.

Para quem não lembra, a Intel tem feito diversos investimentos para melhorar suas ofertas e habilidades no segmento de drones. Em janeiro, a empresa anunciou a compra da Ascending Technologies, desenvolvedora de drones com software de piloto automático da Alemanha. No mês passado, a fabricante de chips revelou a compra da Movidius, uma desenvolvedora de plataformas SoC (system on a chip) de alto desempenho e baixo consumo de energia para acelerar as aplicações de visão computacional, que fornece chips para fabricantes de drones como a DJI.

O novo Intel Falcon 8+ foi feito a partir do AscTec Falcon 8 da Ascending Technologies, e é o primeiro drone comercial com a marca Intel, de acordo com o VP e gerente geral do Grupo de Novas Tecnologias da Intel, Josh Walden. O octocóptero em formato de V, com redundância completa de sistema cobrindo baterias, comunicações e sensores é feito para inspeção industrial, pesquisas e mapeamento para profissionais e especialistas, segundo a Intel.

O aparelho também vem com uma redesenhada estação base móvel baseada em tablet chamada de Intel Cockpit, que conta com um joystick para controle do voo com apenas uma mão e uma interface resistente à água, e as baterias inteligentes Intel Powerpack como fonte de energia.

O drone mede 768 x 817 x 160 milímetros e pesa 2,8kg e fornece “imagens detalhadas com precisão milimétrica e uma análise estrutural valiosa que ajuda os usuários a detectar e evitar danos adicionais à infraestrutura”, aponta Walden.

No entanto, a Intel não revelou detalhes sobre preço e data de lançamento do Intel Falcon 8+.

FONTE: IDGNOW

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As quatro hélices são dobráveis e se encaixam dentro do corpo do gadget | Divulgação

Lançamento da DJI – Drone é menor e apresenta design dobrável

Os drones estão cada vez melhores. E menores. Uma amostra bem quente disso é o recém-lançado Mavic Pro que chega com dimensões que cabem em qualquer mochila. O novo drone da DJI, fabricante famosa por causa da linha Phanton – simplesmente os mais pops do momento – tem quatro hélices dobráveis que se encaixam dentro do corpo do gadget. Fechado, mede 8,3 cm (altura) x 8,3 cm (largura) x 19,8 cm (comprimento), e pesa tão somente 734 g.

Além do tamanho, o lançamento impressiona pelo desempenho. A câmera fixa em um suporte de três eixos de estabilização capta imagens em 12 MP e filma em resolução 4K a 30 quadros por segundo ou Full HD a 96 quadros por segundo. No item velocidade, o drone apresenta uma capacidade máxima de voo de 64 km/h, com um tempo de permanência no ar de até 27 minutos.

A pessoa que o controla pode estar a uma distância de até sete quilômetros. E melhor: o usuário pode fazer isso utilizando o próprio smartphone, ou então por um controle remoto, que também pode ser acoplado ao celular.

Ideal para selfies

Há mais detalhes que podem fazer uma grande diferença. Por exemplo: o novo drone da DJI consegue voltar sozinho para o ponto de partida, caso perca o sinal, e ainda vem com modo de identificação de gestos, ideal para selfies. Bom, ok, você adorou tudo e quer comprar um? O Mavic Pro está sendo vendido por US$ 999 (R$ 3.225), mas ainda não está a venda no Brasil.

Há poucos dias também chegou ao mercado internacional o Karma da Go Pro, igualmente dobrável, porém mais pesado, pouco mais de 1 kg. No preço, leva vantagem: US$ 800 (R$ 2.580). Mas, como não há ainda informações sobre vendas de ambos no país, essa diferença por aqui pode não se manter.

FONTE: Metro Jornal

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Rússia pretende criar drone-libélula

A Corporação Unida de Construção de Equipamentos (OPK) vai criar uma versão em miniatura de drone de reconhecimento e outros modelos de drones equipados com sistemas avançados de vigilância.

O anúncio foi feito na quinta-feira (29 de setembro) pela assessoria de imprensa do consórcio. De acordo com a entidade, “no momento está sendo elaborada uma linha inteira de drones de vários tipos, cada modelo cumpre determinadas tarefas”, conforme as condições meteorológicas e o relevo.

Segundo a fonte, o tamanho do drone equivale ao de uma libélula e cabe na palma da mão, sendo, de fato, uma versão de bolso. O aparelho não produzirá qualquer ruído, terá controle de direção excelente e será capaz de manobrar. Embora seu raio de ação não seja grande, será suficiente para realizar missões de reconhecimento em combate de proximidade e operações antiterroristas.

Outra vantagem do drone-libélula é o custo, que não será alto, sendo bastante fácil de substituí-lo no caso de perda.

Os drones em miniatura vão transmitir vídeos e fotos no formato HD em tempo real.

Um aspeto importante é que basta apenas um minuto para o aparelho poder estar pronto para operar, o que facilitaria seu uso por especialistas, ao invés dos drones usados para fins militares e civis, que requerem muito mais tempo de preparação.

O drone-libélula é um análogo do drone holandês Black Hornet que pesa 16 gramas e é usado pelo Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA.

FONTE: Sputniknews

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Empresa Russa Aviaton tenciona criar primeiro modelo do drone de passageiros

Uma empresa russa Aviaton tenciona criar o primeiro drone que combinaria funções de avião e helicóptero. O drone de passageiros será controlado de um ponto de comando terrestre e levantará voo verticalmente.

“Na primeira fase, os testes serão realizados com cargas, mas depois de alguns voos, ele [o drone] pode ser usado para passageiros”, disse Avtandil Khachapuridze, presidente executivo da Aviaton.

O drone não precisará de aeródromo, podendo decolar de pequenas plataformas com 30 metros de diâmetro.

Segundo os investigadores da empresa, a ideia principal deste meio de transporte é criar um táxi aéreo.

Para criar o primeiro modelo do drone de passageiros, a Aviaton precisa 1,5 bi rublos (R$ 0,08 bi).

As autoridades da Rússia preveem legalizar o uso de drones a partir de 2020.

FONTE: SputnikNews

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