racing1

Corrida de drones chega a São Paulo em novembro; pilotos já podem fazer suas incrições

Hoje em dia os drones podem ser utilizado para diversas funções, inclusive entregar pizzas ou ajudar os usuários a passar de nível no Pokémon GO. Entretanto, uma das utilizações mais divertidas para este objeto é transformá-lo em um veículo de corrida. Hoje em dia já existem diversos campeonatos neste estilo no exterior e agora eles chegaram ao Brasil.

A corrida foi chamada de Drone Racing SP e como o próprio nome sugere, acontecerá em São Paulo. Ela seguirá os padrões estabelecidos pela Drone Nationals, que é o campeonato estadunidense de corrida de drones. Isso significa que será necessário cumprir com algumas regras para participar da corrida, como LED traseiro nos drones e óculos que permitem a visão em primeira pessoa para os pilotos.

Além da competição de nível profissional, os entusiastas das corridas de drones também poderão botar suas máquinas para correr na categoria de amadores. Ou então também é possível optar pela categoria infantil, onde as crianças poderão competir umas contra as outras no mesmo circuito, porém com drones de brinquedo.

“Queremos que crianças possam voar com drones de brinquedos, iniciantes possam experimentar e treinar nos obstáculos oficiais e construtores de drones possam competir lado a lado ao melhor estilo “Corrida maluca”.”

O evento está marcado para acontecer no dia 6 de novembro às 17 horas na Galeria do Rock, em São Paulo. Os ingressos custam R$ 35 cada e podem ser comprados através do link: https://www.catarse.me/droneracingsp

FONTE: TudoCelular

Read More
falcon8mais

Intel apresenta novo drone para uso comercial – Falcon 8+

Ainda sem preço e data de lançamento, octocóptero é voltado para inspeção industrial, pesquisas e mapeamento para profissionais e especialistas.

A Intel apresentou um drone comercial chamado de Falcon 8+ para o mercado norte-americano. O objetivo da companhia é liderar o mercado de veículos aéreos não tripulados, especialmente no segmento comercial.

A fabricante de chips vem analisando novas oportunidades para o seu silício e outras tecnologias fora dos mercados tradicionais como PCs, especialmente após seu fracasso no mercado de smartphones. A companhia já tinha se metido no mercado de drones para consumidores por meio do Typhoon H, da Yuneec, que usa a plataforma de visão computacional RealSense para navegação inteligente por obstáculos. Além disso, a Intel também introduziu a plataforma Intel Aero para os desenvolvedores criarem os seus próprios drones.

A oportunidade para a Intel é que muitos países, incluindo os EUA, estão lentamente liberando regras para o uso comercial e de consumidores dos drones. A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) anunciou regras em junho deste ano para o uso comercial de drones, mas as suas disposições como restrição de campo de visão para o uso das aeronaves não tripuladas não atenderam às demandas de permissão para voar diversos drones além do campo de visão com o controle de apenas um operador.

O CEO da Intel, Brian Krzanich dirige um comitê de conselheiros montado pela FAA para discutir medidas futuras para a integração de sistemas de aeronaves não tripuladas no espaço aéreo dos EUA.

Para quem não lembra, a Intel tem feito diversos investimentos para melhorar suas ofertas e habilidades no segmento de drones. Em janeiro, a empresa anunciou a compra da Ascending Technologies, desenvolvedora de drones com software de piloto automático da Alemanha. No mês passado, a fabricante de chips revelou a compra da Movidius, uma desenvolvedora de plataformas SoC (system on a chip) de alto desempenho e baixo consumo de energia para acelerar as aplicações de visão computacional, que fornece chips para fabricantes de drones como a DJI.

O novo Intel Falcon 8+ foi feito a partir do AscTec Falcon 8 da Ascending Technologies, e é o primeiro drone comercial com a marca Intel, de acordo com o VP e gerente geral do Grupo de Novas Tecnologias da Intel, Josh Walden. O octocóptero em formato de V, com redundância completa de sistema cobrindo baterias, comunicações e sensores é feito para inspeção industrial, pesquisas e mapeamento para profissionais e especialistas, segundo a Intel.

O aparelho também vem com uma redesenhada estação base móvel baseada em tablet chamada de Intel Cockpit, que conta com um joystick para controle do voo com apenas uma mão e uma interface resistente à água, e as baterias inteligentes Intel Powerpack como fonte de energia.

O drone mede 768 x 817 x 160 milímetros e pesa 2,8kg e fornece “imagens detalhadas com precisão milimétrica e uma análise estrutural valiosa que ajuda os usuários a detectar e evitar danos adicionais à infraestrutura”, aponta Walden.

No entanto, a Intel não revelou detalhes sobre preço e data de lançamento do Intel Falcon 8+.

FONTE: IDGNOW

Read More
Drone é compacto e pode ser montado com facilidade (Foto: Divulgação/DJI)

Novo drone Mavic Pro da DJI é dobrável e pode concorrer com GoPro Karma

A DJI se prepara para trazer ao Brasil seu novo drone Mavic Pro, que deve estar disponível ainda em 2016. A aeronave portátil é fácil de usar e usa as tecnologias mais atuais de voo controlado, sendo capaz de fazer fotos e vídeos, além de ser programado para voltar automaticamente ao ponto de partida – caso perca o contato com o dono ou fique sem bateria. O quadricóptero também é equipado com um sistema que permite desviar de objetos sem depender de sinais de satélite.

O Mavic Pro é compacto e promete concorrer diretamente com o Karma, da rival GoPro. Ele é portátil, podendo ser carregado com facilidade, e é equipado com uma câmera 4K e um sistema de navegação com alcance de 7 km, com autonomia de voo de aproximadamente 27 minutos.

O drone pode ser montado rapidamente graças aos seus quatro braços dobráveis com hélices e pilotado através de um controle remoto a longa distância ou com um smartphone a curta distância.

Um dos novos recursos adicionados é um sistema de autonomia de voo que usa recursos de navegação como cinco câmeras, GPS, sensores ultrassônicos e 24 núcleos computacionais para posicionar e planejar as rotas do modelo. Isto permite que ele seja usado sem a ajuda de sinais de satélite para desviar de objetos, aumentando o raio de ação mesmo em ambientes 3D complexos a velocidades de até 36 km/h.

O sistema de retorno automático é acionado toda a vez que o Mavic Pro perde contato com o controlador ou sua bateria atinge níveis críticos. Ele grava um vídeo curto toda vez que decola, usando informações dele e do GPS para aterrissar no mesmo local ao retornar. Dessa forma, fica mais difícil perder o drone em caso de problemas.

A câmera do quadricóptero possui 12 MP e é capaz de fazer vídeos em qualidade 4K a 30 fps ou 1080p a 96 fps. Um sistema de estabilização com três eixos evita que o conteúdo saia tremido e fora de foco, segundo a DJI.

O Mavic Pro já está a venda nos Estados Unidos e deve chegar ao Brasil ainda em 2016. O drone é vendido por US$ 999 (R$ 3.237 – em conversão direta), estando disponível também em uma versão com equipamentos extras como hélices, um hub de recarga e adaptadores por US$ 1.299 (R$ 4.210). O preço oficial de venda no país ainda não foi anunciado.

FONTE: TechTudo

Read More
mercado-drones-brasil-mundo

O MERCADO DE DRONES NO MUNDO

O empresário Zeca Oliveira traz informações relevantes sobre fabricantes e o mercado, saiba mais.
Os drones se tornaram cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas. Os veículos aéreos não tripulados ou veículos aéreos remotamente pilotado, mais conhecidos como drones, são todo e qualquer tipo de aeronave que dispensa o piloto embarcado para guiá-lo. Os drones são controlados à distância usando controladores lógicos programáveis, o CLP. Para ajudar os leigos a conhecer mais sobre os drones, Zeca Oliveira levantou algumas informações relevantes sobre fabricantes e o mercado, saiba mais.

Empresas que mais se destacam

Entre as fabricantes mais atuantes no mercado está a francesa Parrot AS, que conquistou de forma rápida o segmento de drones de baixo custo. A companhia vendeu mais de 1,5 milhão de unidades equipadas com câmeras fotográficas e os valores variam entre US$ 100 a US$ 500 cada. Os modelos disponíveis são vendidas em lojas varejistas como a Best Buy, Toy R Us, Apple, amazon, entre outras.

Os drones da marca ficaram tão populares que até mesmo a Toyota usou para gravar alguns de seus comerciais. A Parrot é parte de um trio de empresas, as quais incluem a SZ DJI Technology Co., da China, e a californiana 3D Robotics Inc. Elas são algumas das companhias que correm para se firmar entre as fabricantes mais expressivas do setor. Segundo Zeca Oliveira, cada uma delas abocanha uma parte do mercado e assim não sofrem declínios como outras companhias de computadores e smartphones, por exemplo.

A conhecida Go Pro, que se popularizou pelas hand cams, especializou-se nas câmeras usadas no corpo, vendendo mais de 5,2 milhões delas só em 2014. De acordo com Zeca Oliveira , a companhia pretende lançar uma câmera voadora por menos de US$ 1.000. Além dela, outras empresas querem entrar no mercado, a exemplo da Roomba, empresa que comercializa o aspirador de pó robótico. Ela lidera uma companhia que produz drones de seis rotores, cujo valor irá girar em torno dos US$ 500 e que poderá voar sem treinamento.

Startups na briga

Zeca Oliveira também aponta as startups que planejam a fabricação de drones que não precisam ser pilotados. A ideia é que eles sigam seus usuários quando eles tiverem andando, esquiando, andando de bicicleta ou tiver fazendo alguma atividade esportiva. Com o mercado cada vez mais acirrado, as empresas tem que mostrar diferenciais para atingir ao público-alvo.

O mercado

Com o objetivo de se manter no topo, a Parrot busca diversificar a linha de produtos, direcionados a diferentes público, os quais se enquadram diretores de cinema, fazendeiros, praticantes de esportes radicais e até mesmos avôs e avós que buscam presentes de natal para os netos. Zeca Oliveira acredita que essa diversificação pode dar mais ânimo a empresas e favorece a disputa.
Apesar da Parrot ser um concorrente diversificado, os drones Phantom da DJI também se destacam no mercado, mesmo com os valores que custam cerca de US$ 1 mil. A empresa é a líder mundial em faturamento, cujas vendas giram em torno de US$ 1 bilhão anual. Zeca Oliveira afirma que a Parrot não divulga seu faturamento, contudo as vendas nos últimos quatro anos não alcançaram 10% deste montante.

Já a a 3D Robotics, uma startup que atua há pouco mais de seis anos, obteve um bom retorno comercializando drones de US$ 1 mil cada. Apesar disso, a companhia prioriza o desenvolvimento de software que ela cede a outros fabricantes de drones, com a expectativa de que um desses modelos se torne uma plataforma dominante, assim a companhia possa ampliar suas vendas de software e serviços.

Fonte: DINO

Read More