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Corrida de drones chega a São Paulo em novembro; pilotos já podem fazer suas incrições

Hoje em dia os drones podem ser utilizado para diversas funções, inclusive entregar pizzas ou ajudar os usuários a passar de nível no Pokémon GO. Entretanto, uma das utilizações mais divertidas para este objeto é transformá-lo em um veículo de corrida. Hoje em dia já existem diversos campeonatos neste estilo no exterior e agora eles chegaram ao Brasil.

A corrida foi chamada de Drone Racing SP e como o próprio nome sugere, acontecerá em São Paulo. Ela seguirá os padrões estabelecidos pela Drone Nationals, que é o campeonato estadunidense de corrida de drones. Isso significa que será necessário cumprir com algumas regras para participar da corrida, como LED traseiro nos drones e óculos que permitem a visão em primeira pessoa para os pilotos.

Além da competição de nível profissional, os entusiastas das corridas de drones também poderão botar suas máquinas para correr na categoria de amadores. Ou então também é possível optar pela categoria infantil, onde as crianças poderão competir umas contra as outras no mesmo circuito, porém com drones de brinquedo.

“Queremos que crianças possam voar com drones de brinquedos, iniciantes possam experimentar e treinar nos obstáculos oficiais e construtores de drones possam competir lado a lado ao melhor estilo “Corrida maluca”.”

O evento está marcado para acontecer no dia 6 de novembro às 17 horas na Galeria do Rock, em São Paulo. Os ingressos custam R$ 35 cada e podem ser comprados através do link: https://www.catarse.me/droneracingsp

FONTE: TudoCelular

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GoPro lança aplicativo que transmite imagem do drone ‘Karma’ para outros dispositivos

A GoPro anunciou o Karma como seu primeiro drone e encantou o mundo. O aparelho conta com diversas novidades e características incríveis, sendo uma delas suas alta mobilidade. Outra boa notícia para os usuários é que a câmera utilizada pelo drone pode ser escolhida pelo usuário. Agora, para compartilhar a imagem fornecida pelo Karma, os usuários podem utilizar o Passenger, um aplicativo de transmissão ao vivo para o drone.

Com o Passenger o dono do Karma pode compartilhar a imagem capturada pelo drone com outros usuários que possuam o aplicativo instalado em seus smartphones ou tablets. Como esta função utiliza o WiFi 5 GHz para funcionar, é necessário estar perto do piloto e ter a senha para ter acesso à transmissão. Uma vez conectado, o “passageiro” poderá controlar alguns recursos da câmera, como resolução, frames por segundo e campo de visão.

“Saia para um passeio no Karma. O aplicativo GoPro Passenger permite que você utilize seu smartphone para entrar na transmissão ao vivo de um drone Karma que esteja próximo e ver o que ele vê. Você também pode controlar a câmera enquanto o piloto foca somente na pilotagem.”

Para utilizar o aplicativo Passenger é preciso ter o Android ou iOS, sendo que a versão mínima suportada é a 4.2 Jelly Bean (Android) e a 9.0 (iOS). Além disso, é indispensável que o smartphone ou tablet possua suporte à tecnologia de WiFi 5 GHz, que está presente na maioria dos novos aparelhos porém pode não ser encontrada em modelos mais antigos.

O Passenger pesa 47,49 MB no Android e 53,8 MB no iOS, porém infelizmente não possui suporte para o português.

FONTE: Tudo Celular

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Drone modular estimula criatividade dos jovens e pode virar um hovercraft

A Makeblock, uma startup chinesa baseada em Shenzhen, criou um drone modular que pode ser montado de diversas maneiras diferentes de acordo com o seu objetivo. O foco do dispositivo é a educação de crianças e adolescentes nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, chamadas juntamente, na língua inglesa, de STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematics).

Assim, com o Airblock em mãos, você tem uma central de processamento que controla as unidades de propulsão separadamente. Elas se conectam umas às outras através de ímãs presos às estruturas leves feitas de um tipo de isopor. Dessa forma, você não precisa ter medo do seu drone cair no chão e se espatifar: na verdade, ele vai fazer isso mesmo, mas você pode remontá-lo novamente da maneira que quiser.

MUITOS BRINQUEDOS EM UM

“Tudo isso serve como porta de entrada para os jovens aprenderem programação e engenharia”

Além da forma de drone, uma base feita com o mesmo material leve está inclusa no kit. Com ele, você pode criar um hovercraft capaz de flutuar com delicadeza sobre o chão e até sobre a água. O Airblock está sendo custeado por uma campanha no site de crowd funding Kickstarter e ultrapassou sua meta em menos de 24 horas.

Para controlar o drone, o usuário utiliza um aplicativo em seu smartphone ou tablet. Através dele, é possível programar rotinas aéreas e até criar manobras radicais de maneira simples e intuitiva. Tudo isso serve como porta de entrada para jovens aprenderem programação e engenharia da maneira mais divertida: brincando!

FONTE: TECMUNDO

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Acessório para GoPro permite fazer imagens aéreas sem usar drone

O AER é um acessório curioso para GoPro que permite a captura de vídeos e fotos aéreas por um preço mais acessível já que dispensa o uso de drone. O gadget é, basicamente, um suporte com design aerodinâmico, feito um avião ou míssil. Com isso, o AER pode ser arremessado com a câmera a bordo, para planar no ar e cobrir a maior distância possível enquanto grava vídeos.

Não há muito segredo a respeito do dispositivo que é feito de um tipo de espuma sintética para maior leveza e resistência. Na parte da frente, há uma cápsula em que a GoPro – seja GoPro Hero 3+, GoPro Hero 4 ou GoPro Hero5 – pode ser instalada. A cápsula ainda é protegida para evitar danos nas inevitáveis quedas durante o uso.

Para funcionar, uma vez que a câmera está instalada no acessório, basta que o usuário lance o AER pelo ar. O design aerodinâmico do AER permite que ele plane de forma estável, algo essencial para que as imagens tenham qualidade. Para gravar vídeos é possível iniciar a filmagem a partir do aplicativo da GoPro. Para fotos, o ideal é usar o modo burst, segundo a fabricante do AER.

Interessados no AER e na proposta de imagens aéreas de forma mais barata via GoPro podem adquirir uma cota da campanha do Kickstarter. Restam ainda 23 dias de campanha e, no momento, o pacote mais barato que dá direito ao AER para a GoPro, sai por € 49 (equivalente a R$ 173, em conversão direta, sem considerar impostos). As entregas estão previstas para começar em janeiro de 2017.

FONTE: TechTudo

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Passport: um drone de 250 gramas

Conheça o drone ultraportátil da Zero Zero Robotics que, mesmo do tamanho de um livro, conta com uma câmara 4K e um sensor fotográfico de 13 MP. As primeiras encomendas começam a chegar esta semana.

Foi no passado mês de abril que a Zero Zero Robotics anunciou o seu drone ultraportátil. Com menos de 250 gramas de peso, o Hoover Camera Passport foi apresentado como uma solução otimizada para o transporte e para a utilização pessoal. Seis meses depois, os primeiros exemplares começam a chegar às casas dos utilizadores.

As características do aparelho deixam claro que a intenção da empresa era simplificar. Dobrado, o Passport não fica maior do que um livro fechado e as dobradiças acopladas aos propulsores tornam a montagem exigida para o lançamento num processo rápido e simples.

Uma vez no ar, o drone é capaz de gravar em 4K e fotografar com uma resolução máxima de 13MP. A câmara utiliza ainda uma tecnologia de detecção facial e corporal para conseguir acompanhar ou orbitar o piloto e melhorar o registo de selfies que podem ser configuradas através de uma aplicação móvel.

A app disponibiliza também os controlos que comunicam com o drone através de uma ligação WiFi a uma distância máxima permitida de 20 metros. Com a bateria totalmente carregada, o Passport consegue voar durante 10 minutos seguidos e atinge uma velocidade máxima de 29 km/h.

Para um drone simples como este, o preço pode ser um fator de eliminação. Se quiser obter o Passport terá de dispensar 600 dólares, pouco mais de 544 euros aos quais se subtraem 50 dólares de desconto durante as próximas duas semanas.

Se estiver à procura de uma proposta mais profissional, capaz de voar durante vários minutos a grandes altitudes, esta é a opção errada. Por outro lado, se quiser elevar a qualidade das suas selfies a outro patamar, considere o Passport.

As primeiras encomendas vão começar a ser remetidas esta semana.

FONTE: SAPOTEK

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6 dicas infalíveis para contratar um drone com sucesso

Empresas de imagens aéreas costumam flexibilizar valores se o volume das filmagens for maior ou igual a 3. Eles também podem ter tarifas especiais para vários seguimentos, como casamentos, baladas e eventos promocionais.

O mercado de drones cresce exponencialmente e a cada dia mais e mais pessoas descobrem as inúmeras maravilhas que podem ser feitas com drones, seja para fotografar, filmar ou inspecionar. E para suprir essa demanda do mercado, muitas empresas estão aparecendo e oferecendo estes serviços.

Antes de contratar ou alugar um drone considere bem alguns ítens:

1.) Na hora de fechar o contrato tente ser flexível com datas e horários, pois o tempo é um fator determinante para um voo de qualidade. Ao contratar um drone, verifique a previsão do tempo nos dias do evento. Se um imprevisto acontecer, agendar um segundo dia é sempre a melhor opção.

O fator tempo é determinante para um trabalho de sucesso. Os melhores horários para fazer fotos e vídeos com drones é no período da manhã e ao entardecer. Evite voar com o sol e vento muito intensos.

Geralmente o vento é mais calmo pela manhã e durante a noite. Caso o dia esteja nublado, considere realocar para o dia seguinte. É sempre melhor fazer um voo tranquilo do que arriscar perder tempo e danificar o equipamento.

2.) Analise os projetos já realizados pela empresa que irá contratar. Se você está pensando em fazer imagens aéreas verifique antes o portfólio da empresa. Não apresente seu projeto para qualquer um.

3.) Procure voar em uma área segura usando sempre o bom senso. Ferramentas como o Google Maps, Google Earth e Street View tornam extremamente fácil a vida de quem faz imagens com drones. Não é recomendado que você voe sobre multidões ou sobre o quintal do vizinho sem permissão. Não tenha medo de perguntar ao operador do drone sobre a segurança do voo.

4.) Existem no mercado dezenas de modelos de drones. Os mais comuns são os da marca chinesa DJI. O Phantom é encontrado em praticamente todo lugar. É o mais procurado pela maioria dos fotógrafos aéreos pela sua facilidade de ser encontrado nas lojas. Mas para produzir um vídeo aéreo promocional estilo Hollywood, você vai precisar de equipamentos mais sofisticados, com câmeras mais sofisticas que acompanham também preços “sofisticados”. Verifique sempre os equipamentos da empresa que você está contratando.

5.) Um detalhe muito importante de mencionar na hora de fechar contrato é a Pós-Produção dos vídeos. Para que o trabalho saia perfeito é necessário trabalhar o vídeo, como abertura, efeitos de transição e modelagem.

Para esse trabalho é essencial um profissional que trabalhe com Photoshop, Final Cut Pro ou Premiere. Geralmente os profissionais que fazem as imagens com os drones, oferecem os seus próprios serviços de pós produção. Só não se surpreenda se o trabalho de pós produção custar mais do que o trabalho de fazer as imagens. No grosso modo a pós produção faz a grama ficar mais verde, o céu mais azul, reforça a luz ambiente e diminui os ruídos. Tudo isso leva tempo.

5.1) As refilmagens são quase inevitáveis. Em algum momento, ao olhar sobre as imagens você pode perceber que àquela cena poderia ficar melhor com o drone vindo de outra direção.

Se você tiver o orçamento e flexibilidade vale a pena o investimento para fazer um segundo voo. Além disso, os voos seguintes podem capturar a mesma imagem em um momento diferente, com uma luz diferente e fornecer muito mais material para trabalhar.

6.) Negociar é a alma do negócio! Se você precisa de um trabalho constante com drones, pergunte sobre o preço por “pacote”. Empresas de imagens aéreas costumam flexibilizar valores se o volume das filmagens for maior ou igual a 3. Eles também podem ter tarifas especiais para vários seguimentos, como casamentos, baladas e eventos promocionais.

Sempre pergunte sobre projetos anteriores que a empresa já realizou.

FONTE: administradores.com

Por Marcio Galvão.

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Karma ou Mavic Pro? Descubra qual drone dobrável comprar

Dois lançamentos estão movimentando o segmento de drones em 2016: o Karma, da GoPro, e o Mavic Pro, daDJI. Os dois modelos têm como principais apelos o design dobrável e a facilidade de uso, características que chamam atenção de iniciantes, por exemplo. Eles chegam para disputar o mercado diretamente, com ficha técnica similar em muitos pontos.

O Mavic Pro já pode ser comprado nos Estados Unidos por US$ 999 (aproximadamente R$ 3.230, em conversão direta). A DJI prometeu que o modelo chega ao Brasil ainda neste ano, mas não revelou preço. Já o Karma está previsto para desembarcar no país em março de 2017, também sem preço divulgado. No exterior, o dispositivo começará a ser vendido em outubro, custando U$ 799 (R$ 2.580).

Confira a seguir e veja qual dirigível atende melhor às suas necessidades (comparativo de ficha técnica preparado pela TechTudo):

Design: Mavic Pro

Os dois drones têm visual elegante. Contudo, o visual sóbrio do Mavic Pro dá a impressão de que ele é mais robusto do que o rival. Isso, porém, não é verdade, pois o modelo da DJI é menor e mais leve. Com hélices, bateria e gimbal, são 743 gramas de peso, contra 1006 g do Karma, sem a câmera.

Apesar disso, é no tamanho que o Mavic garante a vitória neste quesito. Aberto, a diagonal mede 33,5 cm, bem menos que a largura do Karma (41,1 cm). Quando dobrado, o quadricóptero da DJI tem comprimento de 19,8 cm, diante dos 30,3 cm do Karma. O gadget apresenta ainda 8,3 cm de altura e largura, enquanto o rival traz 11,7 cm e 41,1 cm.

As dimensões do Mavic Pro garantem que ele caiba em qualquer mochila, e não apenas no estojo próprio, como é o caso do Karma. Se a aposta era em design compacto, a DJI entregou um corpo menor e, com isso, mais fácil de carregar.

Distância e velocidade: Mavic Pro

Tanto na velocidade quanto nas distâncias percorridas, o Mavic Pro é campeão disparado. O drone consegue voar até 13 km horizontalmente (7 km em relação ao controle), enquanto o Karma faz, no máximo, 1 km. O desempenho também é melhor na altitude, embora a diferença seja menor. Afinal, o drone DJI alcança 5 km de altura, contra 4,5 km do gadget GoPro.

O Mavic ainda voa mais rápido, atingindo 65 km/h versus 54 km/h do Karma. Vale ressaltar que, para os dois drones, fatores como vento e bateria podem alterar esses índices.

Autonomia de voo: Mavic Pro

Mais uma vez, o Mavic Pro sai à frente. O Karma ostenta uma bateria li-po de 5.100 mAh, que suporta até 20 minutos de voo. Já a bateria do Mavic Pro, mesmo com capacidade de 3.830 mAh, promete manter o drone no ar por até 27 minutos. Ainda que a diferença não seja tão grande, sete minutos é suficiente para gravar bastante imagem.

Câmera: empate

A análise deste quesito deve ser feita com certa cautela, porque os drones têm abordagens bastante diferentes no que diz respeito às câmeras. O modelo da DJI traz câmera com sensor CMOS de 1/2.3″, com 12,32 MP, que acompanha lentes de 28 mm, com abertura de f/2.2. Ela traz faixa de ISO de 100-3200 no vídeo e 100-1600 na foto, tem velocidade do obturador de 1/8000s e grava em 4K (30p).

O Karma não tem uma câmera embutida, mas é compatível com as GoPro Hero4 Black, GoPro Hero 4 Silver, GoPro Hero5 Black e GoPro Hero5 Session. Cada uma delas traz especificações e recursos diferentes entre si, sendo que apenas a GoPro Hero4 Silver não tem capacidade para vídeos 4K. Em termos práticos, os usuários das duas câmeras vão conseguir tirar fotos em torno de 12 megapixels e filmar com ultra resolução.

Há, portanto, vantagens e desvantagens nas duas características. Por um lado, o drone da DJI entrega excelente câmera, dispensando o usuário de gastar mais dinheiro com um equipamento à parte. Por outro lado, as câmeras dedicadas da GoPro têm mais recursos individuais, dando maior liberdade para criação de filmes. Considerando que ela é um pouco mais barata, quem já tem uma câmera de ação compatível tende a preferir essa opção.

Controle e recursos: empate

O controle do Karma é um dos seus pontos altos. A GoPro colocou tela HD de 5 polegadas no acessório, que pode funcionar como um simulador de voo para os iniciantes. Operando na faixa de 2,4 GHz, ele pode se conectar a até três dispositivos via aplicativo, disponível para celulares com Android e iPhone (iOS). Assim, uma pessoa pode estar no comando do drone, enquanto outra opera a câmera, por exemplo.

O Mavic Pro, por sua vez, traz controle sem grandes atrativos, com aparência de joystick e também operando na banda 2,4 GHz. No entanto, outros recursos do drone fazem frente às novidades apresentadas no controlador rival. Entre os detalhes que mais chamam atenção, estão a capacidade do quadricóptero DJI de voltar sozinho para o ponto de partida, caso perca o sinal, e o modo de identificação de gestos, ideal para selfies.

Com pontos positivos e negativos nos dois modelos, é possível dizer que tanto um quanto o outro empatam em termos de funcionalidades extras.

Conclusão

Com muito mais experiência no segmento de drones, a DJI conseguiu deixar seu Mavic Pro mais bem acabado, trazendo especificações mais robustas por um preço relativamente acessível. A estreante tem a popularidade do nome GoPro a seu favor – o que não é pouca coisa -, mas, em termos técnicos, ainda fica devendo à concorrente. Ainda assim, como os preços ainda não foram definidos para o Brasil, é possível que o custo-benefício entre os dois seja bem próximo.

 

FONTE: TechTudo

 

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Jogos Olímpicos: Governo restringe uso de drones

São Paulo – A Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República anunciou nesta semana uma medida que restringe o uso de drones nas 329 cidades pelas quais a Tocha Olímpica irá passar até chegar ao seu destino, o Rio de Janeiro.

A restrição é válida até o dia 4 de agosto, um dia antes da abertura oficial dos Jogos Olímpicos no Brasil. A exceção à regra é quando o voo acontece dentro de áreas já estabelecidas previamente e for realizado por pessoas devidamente autorizadas pelos órgãos responsáveis pela regulação de drones no Brasil.

secretaria tem um guia com orientações para a fiscalização do uso de drones pelas forças policiais regionais. Lá, estão detalhados os documentos que o operador dessa aeronave não tripulada deve ter consigo.

A medida é válida para os drones de uso não recreativo, como, por exemplo, aqueles que realizam filmagens para emissoras de TV. Um operador de drones precisa ter registro na Anac (Agência Nacional de Avião Civil), bem como no Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo). Fora isso, o aparelho precisa ter homologação na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Feira de drones

Na semana que vem, acontece em São Paulo o encontro do setor chamado Droneshow. No evento, serão debatidos temas como uso comercial desses aparelhos e a regulamentação necessária para que isso seja possível.

“A comunidade de drones entende que não é algo tão simples quanto imaginavam. Os profissionais têm que entender mais sobre o que precisam realizar”, afirma Emerson Granemman, engenheiro cartógrafo e idealizador do Droneshow, ao traçar um paralelo sobre o cenário do mercado nos últimos 12 meses.

“Temos numa ponta, os fabricantes brasileiros de drone e as startups. Será possível investir mais para conseguir escala no mercado nacional com uma regulamentação clara. Há até intenções de investimentos internacionais. Existem dezenas e dezenas de drones importados por empresas brasileiras também. Mas muitas marcas não entraram no Brasil pela falta de regulamentação”, pondera Granemman, que disse que o Comitê Olímpico pressionou o governo federal para que o uso de drones fosse detalhado.

O Droneshow começa na próxima terça-feira (10), em São Paulo, e vai até a quinta-feira da mesma semana. Ingressos podem ser adquiridos no site do evento.

FONTE: EXAME.COM

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DRONES – REGULAMENTAÇÃO VIGENTE

Regras válidas atualmente:
As questões técnicas que envolvem a pilotagem, projeto e outras particularidades das aeronaves remotamente pilotadas têm sido foco de engenheiros, pilotos e especialistas no assunto, tanto da indústria quanto das autoridades de aviação civil, que buscam a segurança das operações desses equipamentos. A tendência é que o desenvolvimento de tecnologias e técnicas venha fornecer comprovações que permitirão a efetiva utilização de aeronaves remotamente pilotadas. Atualmente, no Brasil, há duas possibilidades de operar esses equipamentos:

a) Se a operação do equipamento for enquadrada na regulamentação que trata do aeromodelismo;

b) Se a operação do equipamento for enquadrada na regulamentação que trata de operações experimentais.

Esclarecimentos:
O termo “drone” é amplo e impreciso, pois é usado para descrever desde pequenos multirrotores rádio-controlados comprados em lojas de brinquedo até Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT) de aplicação militar, por este motivo não é utilizado na regulação técnica da ANAC.

São chamados aeromodelos os equipamentos com o propósito recreativo, enquanto que os “veículos aéreos não tripulados (VANT)” são aqueles empregados em finalidades não recreativas. O termo “aeronave remotamente pilotada (RPA)” denota categoria de VANT não totalmente autônomo, ou seja, que possui um piloto. Muitos sistemas de aeronave remotamente pilotadas (RPAS) apresentam certo grau de autonomia, porém, durante toda operação deve haver meios do piloto em comando intervir. A única exceção são os RPAS operando com todos os enlaces de comando e controle perdidos.

A operação normal de equipamentos totalmente autônomo não é permitida pela legislação brasileira e internacional.

A ANAC regula apenas a operação de equipamentos civis, os militares estão fora de seu escopo.

Aeromodelismo
A primeira forma de operação desses equipamentos se enquadra exclusivamente nas regras do aeromodelismo, que permite o uso de forma recreativa ou em competições. Quando o equipamento é destinado ao esporte e lazer, e tem determinadas especificações, é indicado ao usuário a regulamentação sobre o aeromodelismo. A norma aplicável ao aeromodelismo no Brasil é a Portaria DAC n° 207/STE, de 7 de abril de 1999, disponível em http://www2.anac.gov.br/biblioteca/portarias/port207STE.pdf. Os equipamentos devem respeitar a restrição não operar nas zonas de aproximação e decolagem de aeródromos e nunca devem ultrapassar altura superior a 120 metros (400 pés) mantendo o equipamento sempre ao alcance da visão do piloto.

Operações Experimentais
A segunda possibilidade para a operação desses equipamentos se enquadra na regulamentação que trata do uso de aeronaves experimentais, aquelas que não são certificadas pela ANAC, mas são utilizadas, geralmente, para pesquisas e desenvolvimento. O uso de RPA nessa categoria permite o desenvolvimento seguro deste tipo de aeronave, inserindo-o no Sistema de Aviação Civil e, ao mesmo tempo, também é uma oportunidade para o interessado começar ganhar experiência prática na demonstração de cumprimento de requisitos de segurança. A utilização nessa categoria se dá por meio de autorização específica da ANAC, concedida depois das devidas comprovações por parte do interessado, visando zelar pela segurança na aviação. O procedimento para que uma aeronave receba o Certificado de Autorização de Voo Experimental (CAVE) segue o que dispõe a Instrução Suplementar 21-002A “Emissão de Certificado de Autorização de Voo Experimental para Veículos Aéreos Não Tripulados”, disponível em: http://www2.anac.gov.br/biblioteca/IS/2012/IS%2021-002A.pdf.

Entretanto, tal certificado permite apenas operações experimentais sobre áreas não densamente povoadas, ou seja, não permite operações com fins lucrativos e nem operações em áreas urbanas.

A autorização da ANAC é condição necessária, porém não suficiente, para a operação desses equipamentos. Também é necessário obter autorização do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA). As competências da ANAC e do DECEA são complementares, portanto, ambas as autorizações são necessárias para a operação desse tipo de aeronave.

Operações não-experimentais
A proposta de regulamento da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para utilização de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT) não autônomos, também conhecidos como Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPA) e aeromodelos, entrou em audiência pública (AP nº 13/2015) em 03/09/2015. As contribuições de toda a sociedade poderão ser enviadas para este e-mail (rpas@anac.gov.br) até 18h do dia 03/10/2015. Os documentos relativos ao processo poderão ser consultados no sítio eletrônico da Agência (www.anac.gov.br, em Transparência, Audiências Públicas). No dia 11/09, de 10h às 13h, haverá sessão presencial sobre a minuta na sede da ANAC em Brasília (DF).

A proposta de norma tem como premissas viabilizar as operações, desde que a segurança das pessoas possa ser preservada, minimizar ônus administrativos e burocracia, tendo em vista que as regras estarão estabelecidas de acordo com o nível de complexidade e risco envolvido nas operações, e permitir evolução do regulamento conforme o desenvolvimento do setor.

Embora exista a possibilidade de avaliação caso-a-caso, por enquanto, operações civis não experimentais de RPA não são permitidas no Brasil.

Vale ressaltar que a utilização de uma aeronave sem autorização ou fora das regulamentações vigentes está sujeita às penalidades previstas na própria Lei 7.565/86. O infrator estará ainda sujeito a ações de responsabilidade civil e penal.

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FILE - In this Feb. 13, 2014 file photo, members of the Box Elder County Sheriff's Office fly their search and rescue drone during a demonstration, in Brigham City, Utah. Gov. Gary Hebert has approved the state's first drone restrictions, setting new limits on law enforcement's use of the technology. Herbert's office announced Wednesday that he signed the legislation, which supporters say is needed as drone technology advances and becomes more widespread. (AP Photo/Rick Bowmer, File)

ANAC recebe perguntas e sugestões para regulamentação de Drones

No dia 2 de setembro a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) liberou a proposta de regulamento para utilização de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT) não autônomos, também conhecidos como Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPA). No dia seguinte, o documento entrou no período de audiência pública, que ficará disponível até o dia 3 de outubro.
21391 400×267 ANAC recebe perguntas e sugestões para regulamentação de DronesNa próxima sexta-feira (11/9), a ANAC vai promover, das 10h às 13h, uma sessão presencial sobre a minuta na sede da Agência, em Brasília (DF). As contribuições de toda a sociedade para a proposta poderão ser enviadas para rpas@anac.gov.br.
Veja a seguir informações veiculadas pela ANAC a respeito da proposta, e como fazer para contribuir durante este período.
Todas as contribuições devem ser enviadas através de um formulário específico, disponível em:
http://www2.anac.gov.br/transparencia/audienciasPublicasEmAndamento.asp
• As contribuições serão avaliadas pelos técnicos da agência para aprimoramento da proposta apresentada e, após isso, respondida e publicada no site da agência quando da publicação final do referido regulamento.
Antes da regulamentação entrar em vigor, o que deverá acontecer nos primeiros meses de 2016, as operações com aeronaves não tripuladas devem seguir algumas regras, que estão disponíveis abaixo. De acordo com a ANAC, novas solicitações poderão ser atendidas pelo telefone 163 ou por meio do endereço eletrônico: www.anac.gov.br/falecomaanac.

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