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O MERCADO DE DRONES NO MUNDO

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O empresário Zeca Oliveira traz informações relevantes sobre fabricantes e o mercado, saiba mais.
Os drones se tornaram cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas. Os veículos aéreos não tripulados ou veículos aéreos remotamente pilotado, mais conhecidos como drones, são todo e qualquer tipo de aeronave que dispensa o piloto embarcado para guiá-lo. Os drones são controlados à distância usando controladores lógicos programáveis, o CLP. Para ajudar os leigos a conhecer mais sobre os drones, Zeca Oliveira levantou algumas informações relevantes sobre fabricantes e o mercado, saiba mais.

Empresas que mais se destacam

Entre as fabricantes mais atuantes no mercado está a francesa Parrot AS, que conquistou de forma rápida o segmento de drones de baixo custo. A companhia vendeu mais de 1,5 milhão de unidades equipadas com câmeras fotográficas e os valores variam entre US$ 100 a US$ 500 cada. Os modelos disponíveis são vendidas em lojas varejistas como a Best Buy, Toy R Us, Apple, amazon, entre outras.

Os drones da marca ficaram tão populares que até mesmo a Toyota usou para gravar alguns de seus comerciais. A Parrot é parte de um trio de empresas, as quais incluem a SZ DJI Technology Co., da China, e a californiana 3D Robotics Inc. Elas são algumas das companhias que correm para se firmar entre as fabricantes mais expressivas do setor. Segundo Zeca Oliveira, cada uma delas abocanha uma parte do mercado e assim não sofrem declínios como outras companhias de computadores e smartphones, por exemplo.

A conhecida Go Pro, que se popularizou pelas hand cams, especializou-se nas câmeras usadas no corpo, vendendo mais de 5,2 milhões delas só em 2014. De acordo com Zeca Oliveira , a companhia pretende lançar uma câmera voadora por menos de US$ 1.000. Além dela, outras empresas querem entrar no mercado, a exemplo da Roomba, empresa que comercializa o aspirador de pó robótico. Ela lidera uma companhia que produz drones de seis rotores, cujo valor irá girar em torno dos US$ 500 e que poderá voar sem treinamento.

Startups na briga

Zeca Oliveira também aponta as startups que planejam a fabricação de drones que não precisam ser pilotados. A ideia é que eles sigam seus usuários quando eles tiverem andando, esquiando, andando de bicicleta ou tiver fazendo alguma atividade esportiva. Com o mercado cada vez mais acirrado, as empresas tem que mostrar diferenciais para atingir ao público-alvo.

O mercado

Com o objetivo de se manter no topo, a Parrot busca diversificar a linha de produtos, direcionados a diferentes público, os quais se enquadram diretores de cinema, fazendeiros, praticantes de esportes radicais e até mesmos avôs e avós que buscam presentes de natal para os netos. Zeca Oliveira acredita que essa diversificação pode dar mais ânimo a empresas e favorece a disputa.
Apesar da Parrot ser um concorrente diversificado, os drones Phantom da DJI também se destacam no mercado, mesmo com os valores que custam cerca de US$ 1 mil. A empresa é a líder mundial em faturamento, cujas vendas giram em torno de US$ 1 bilhão anual. Zeca Oliveira afirma que a Parrot não divulga seu faturamento, contudo as vendas nos últimos quatro anos não alcançaram 10% deste montante.

Já a a 3D Robotics, uma startup que atua há pouco mais de seis anos, obteve um bom retorno comercializando drones de US$ 1 mil cada. Apesar disso, a companhia prioriza o desenvolvimento de software que ela cede a outros fabricantes de drones, com a expectativa de que um desses modelos se torne uma plataforma dominante, assim a companhia possa ampliar suas vendas de software e serviços.

Fonte: DINO