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Phantom 4 Multispectral

Obtenha informações imediatas sobre a saúde das culturas

O P4 Multispectral consolida o processo de captura de dados que traz informações sobre a saúde das culturas e auxilia nos cuidados com a vegetação. A DJI desenvolveu esta plataforma com o mesmo padrão de alto desempenho pelo qual é conhecida, contando com um tempo máximo de voo de 27 minutos e até 7 km 1 de alcance de transmissão, graças ao sistema OcuSync.

Veja além da superfície

A coleta de imagens agrícolas nunca foi tão simples e eficiente, graças ao sistema estabilizado e integrado de imagens, capaz de coletar um conjunto de dados completos assim que retirado da caixa. Acesse informações coletadas por uma câmera RGB e uma câmera multiespectral com um arranjo de 5 câmeras, incluindo as faixas de cores azul, verde, vermelho, borda vermelha e infravermelho próximo, através de imagens em 2 MP obtidas por um obturador global em um estabilizador triaxial.

Dados fundamentais ao seu dispor

Acompanhe ambas as transmissões via RGB e NDVI

Acessar imagens aéreas não é o suficiente para profissionais agrícolas interessados em obter mais informações. Alterne entre uma análise preliminar do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) e uma transmissão em tempo real via RGB, focando sua atenção imediatamente no que é necessário e tomando decisões conscientes de tratamento rapidamente.

Precisão em nível de centímetros

Obtenha dados de posicionamento precisos em tempo real por meio das imagens capturadas pelas seis câmeras através do sistema TimeSync DJI, concedendo medidas com precisão em nível de centímetros. O sistema TimeSync alinha continuamente o controlador de voo, as câmeras RGB e de faixa estreita e o módulo RTK, fixando os dados de posicionamento no centro do sensor CMOS e garantindo que cada foto use os mais precisos metadados. Todas as câmeras passam por um rigoroso processo de calibração, medindo distorções radiais e tangenciais da lente. Os parâmetros de distorção coletados são salvos nos metadados de cada imagem, permitindo que o software de pós-processamento faça ajustes exclusivos para cada usuário.

Compatível com a Estação móvel D-RTK 2 e NTRIP

Aumente a precisão de posicionamento RTK sem conexão com a internet ao conectar o P4 Multispectral à Estação móvel GNSS de alta precisão D-RTK 2, ao NTRIP (protocolo de transporte em rede do RTCM via internet) 2 ou ao armazenar os dados de observação de satélite para serem usados por cinemáticas de pós-processamento (PPK).

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INSPEÇÕES COM CÂMERAS TÉRMICAS E DRONES

O uso de câmeras infravermelhas é uma tecnologia que vem se mostrando cada vez mais presente isso se deve ao fato de que, quando o objetivo é projetar estruturas energeticamente eficientes ou encontrar vazamentos, a termografia é o processo mais eficaz que existe. Trata-se de usar a temperatura de um objeto para produzir uma imagem. A quantidade de radiação infravermelha emitida e refletida por objetos ou pessoas e é detectada e medida para a renderização de produtos visuais.

COMO FUNCIONA A TERMOGRAFIA?

A termografia é capaz de ler os diferenciais de temperatura em uma área definida com uma câmera térmica acoplada a um drone, você pode ler uma assinatura tão pequena quanto uma caixa elétrica ou tão grande quanto um envelope de construção, nas mais variadas regiões.

QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS DAS IMAGENS TÉRMICAS?

A lista de vantagens e extensa. Ao utilizar os drones para aplicar a termografia, será possível detectar o Isolamento térmico, realizar inspeções no canteiro de obras e identificar perdas de energia pontuais. Por se tratar de um método não invasivo, executado por um equipamento leve e portátil, encontrar problemas enquanto ainda são pequenos se torna muito mais fácil.

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Como escolher um drone? Confira as dicas para sua primeira compra

Ecolher um drone envolve um processo de seleção que deve considerar especificações técnicas, recursos e tecnologias dos aparelhos. Como existem diversos modelos disponíveis no mercado, é necessário saber quais são os seus objetivos com o quadricóptero. Questões como autonomia, modos de pilotagem e qualidade de câmera são determinantes na hora da compra.
A seguir seis pontos importantes para ajudar na decisão do usuário que deseja adquirir um novo drone.

1. Autonomia
Em primeiro lugar, a autonomia é fundamental. Mesmo os drones mais caros do mercado raramente oferecem carga para mais de 25 minutos de uso. Aparelhos mais simples são ainda mais econômicos, restringindo a operação a períodos bem mais curtos. Em alguns casos, o voo dura apenas 10 minutos. Quanto maior a autonomia do drone, mais fácil tende a ser sua operação para o piloto. Por exemplo: ao fazer fotos e vídeos, é melhor que o quadricóptero fique no ar por mais tempo, pois a tendência é facilitar um bom resultado de enquadramento por parte do usuário.

2. Câmera
Existem drones com câmera embutida, mas nem sempre é assim. Em alguns casos, o componente vem como um acessório removível, que pode ser substituído pelo usuário. Há também modelos mais simples, que as dispensam completamente.
A qualidade de gravação é outro fator que pode variar bastante em função do preço e da versão do drone escolhido. Há equipamentos de perfil mais profissional, que possuem câmeras com resolução 4K, suporte ao HDR e formato RAW para fotografia, além da capacidade de fazer vídeos com bitrates (taxa que define a qualidade) bastante elevados.É possível encontrar alternativas mais simples, com câmeras de resolução Full HD. Embora não atinjam a qualidade bruta do 4K, essas opções podem agradar com vídeo de boa qualidade para registrar seus passeios, trilhas e viagens.

3. Portabilidade
A portabilidade pode ser uma característica relevante para quem pretende usar o drone em trilhas, passeios e viagens. Há equipamentos extremamente compactos, que podem ser facilmente guardados em cases específicos e transportados no interior de uma mochila comum.
Um bom exemplo nesse quesito é o recém-lançado Mavic Air. Dobrável, o drone pode ser acomodado sem dificuldades em uma mochila.
4. Modos de voo e recursos de pilotagem
Drones voltados para usuários menos experientes costumam apresentar modos de voo e manobras pré-definidas, o que deve facilitar o controle na hora de decolar, pousar, e até mesmo evitar obstáculos em espaços mais apertados. Modelos mais acessíveis também podem contar com outros recursos, como seguir automaticamente o piloto ou retornar ao ponto de origem do voo a partir de coordenadas de GPS.
Nenhuma dessas funcionalidades é essencial. Entretanto, para quem nunca controlou um drone, algumas delas podem facilitar a adaptação e aprendizado, além de dar mais segurança ao usar o aparelho. Drones de entrada da DJI chamam a atenção nesse ponto graças a um conjunto de manobras pré-definidas oferecidas aos usuários.

5. Acessórios
Dependendo dos acessórios disponíveis para cada modelo, muitos dos pontos mencionados anteriormente podem ser melhorados. Há drones com suporte para uma câmera diferente, baterias extras, tipos variados de case, entre outros acessórios. Mas, claro, também existem aparelhos mais simples e baratos que não oferecem muitas opções.

6. Preço
Há faixas de preços bem variadas para drones. Aparelhos mais simples podem ser encontrados no Brasil por aproximadamente R$ 400 – um exemplo bastante conhecido é a linha da Candice. Entretanto, por serem bastante rústicos, esses drones podem decepcionar especialmente nas funcionalidades, modos de voo automatizados, bateria e câmeras.
Usuários que buscam drones mais completos podem encontrar modelos como o Mavic Air, que é uma boa opção em relação à portabilidade e perfil amigável. Outros modelos do mesmo gênero são o Spark, Mavic Pro, GoPro Karma (este descontinuado). Esses aparelhos, no entanto, não são tão baratos, com preços acima dos R$ 1.800.

 

FONTE: https://www.techtudo.com.br

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As quatro hélices são dobráveis e se encaixam dentro do corpo do gadget | Divulgação

Tudo sobre o DJI Mavic Pro

Mavic Pro, lançado em 2016 é um dos drones profissionais da DJI. A linha Mavic se destaca por ter equipamentos mais compactos e de perfil mais amigável do que a série Phantom, que tem drones ainda maiores. Equipado com câmera 4K e dotado de especificações de voo interessantes, como autonomia de 27 minutos e capacidade de cobrir uma distância de 13 quilômetros, o Mavic Pro está entre as opções mais atraentes do mercado para quem precisa de um drone cheio de recursos e com uma super câmera.

Ficha técnica

  • Lançamento: setembro de 2016
  • Preço no Brasil: a partir de R$ 4.900
  • Tamanho: 83 x 83 x 198mm (dobrado)
  • Peso: 734 g
  • Vídeo: 4K cinema a 24 FPS, 4K a 30 FPS e Full HD a 96 FPS
  • Foto: 12 megapixels com tecnologia HDR e suporte a RAW DNG.
  • Armazenamento: cartão de memória microSD de até 128 GB
  • Bateria: 27 minutos
  • Alcance de controle: 7 km
  • Velocidade: 65 km/h no modo Sport

O Mavic Pro é equipado com uma câmera de 12 megapixels que permite ao aparelho gravar vídeos em resolução 4K a 30 quadros por segundo, ou até na resolução 4K usada pelo cinema (4096 x 2160 pixels contra 3840 x 2160 pixels da tela da sua TV) a uma taxa de 24 FPS. No modo Full HD, a câmera opera a 96 FPS.

Com relação à performance de voo, o drone tem uma ampla área de cobertura de 7 quilômetros. O equipamento conta com o recurso FlightAutonomy. Ele mapeia o entorno do Mavic Pro durante o voo em busca de obstáculos em até 15 metros de distância, para evitar colisões e acidentes.

Profissional e com recursos avançados, o Mavic Pro não é um produto destinado a curiosos e amadores. O preço do drone no mercado brasileiro comprova isso. Os anúncios mais baratos posicionam o equipamento numa faixa que sai dos R$ 4.900.

É um preço salgado, se comparado com o valor da loja oficial da DJI no mercado norte-americano: a marca oferece o drone no pacote Fly More, que traz bateria extra, case e uma série de acessórios, tudo por US$ 1.299 (R$ 4.265, em conversão direta). É importante lembrar, no entanto, que ao importar para o Brasil, esses valores podem subir devido ao custo do frete e taxas alfandegárias.

FONTE: GLOBO

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LEGO voador: novo sistema simula construções com drones

Um novo sistema feito pela LEGO em parceria com a Universidade Queens, do Canadá, permite que amantes das pecinhas coloquem suas criações para voar. Assim que eles montam os blocos em um controle especial que pode ser dobrado, uma série de drones replica sua construção e a coloca no ar, por meio de visão computacional. O produto está em exposição em Copenhagen, e seus criadores torcem para que um dia ele possa cumprir um papel importante no estudo de Física, nas escolas.

O sistema, além de recriar a montagem em blocos, traduz quando a pessoa que controla move ou dobra o controle, fazendo com que os drones se movam de acordo. Também são traduzidas as cores de cada peça montada no controle. Assim que desligados, os drones voltam para suas bases para recarregar.

Para entender melhor como funciona o “LEGO voador”, foi disponibilizado um vídeo em que blocos nas cores vermelho, azul e verde formam uma borboleta, ao serem montados no controle. A simulação que se constrói com os drones, por sua vez, também bate as asas de acordo com os movimentos feitos no controle dobrável.

A nova tecnologia faz parte da mostra da LEGO World Expo, em Copenhagen, na Dinamarca. Enquanto o sistema ainda não está nas lojas, o LEGO Creative Play Lab, que trabalha com futuras tendências, vê bastante potencial no produto para ensinar Física a jovens estudantes.

Um dos professores envolvidos no projeto, Roel Vertegaal, exemplificou de que maneira o sistema pode ser útil na educação: “Nos imagine interagindo com reconstruções do movimento dos planetas em volta do Sol, ou estrelas distantes na Via Láctea”. Para ele, essa tecnologia nos torna capazes de simular a física do mundo natural como a gravidade, órbitas planetárias e mais, dando aos estudantes a chance de realmente ver o que estudam pelos livros.

Além do “LEGO voador”, a empresa anunciou neste mês outra novidade que despertou a ansiedade por seus produtos, principalmente por parte dos fãs de Star Wars. Há pouco, ela divulgou o conjunto Kessel Run Millenium Falcon, ligado ao filme “Han Solo: Uma História Star Wars”. São 1.412 peças, por US$ 170, incluindo figuras como Han Solo, Chewbacca, Qi’ra, Lando Carlrissian, um droide Kessel e duas personagens ainda não desvendadas.

FONTE: tecmundo.com.br

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Mavic Air, pesa 430g e faz vídeos em 4K

Com basicamente metade do tamanho do seu irmão maior, o Mavic Pro, o novo drone da DJI possui as seguintes medidas (quando dobrado): 168mmx83mmx49mm. O Air também é bem mais leve (41%) do que o Pro, com apenas 430 gramas, conforme revelado pela empresa.

Apesar das dimensões pequenas, o Mavic Air traz recursos interessantes. Segundo a DJI, é o menor drone a oferecer um gimbal de três eixos, que foi redesenhado para proteger a câmera, que traz um sensor CMOS 1/2.3 e lente de 24mm com uma abertura f/2.8 e é capaz de fazer fotos de 12MP e panorâmicas esféricas de 32MP.

As especificações também chamam a atenção quando o assunto é vídeo, já que o Air pode capturar clipes em 4K a 30fps e em Full HD a 120fps. Também há um modo de captura em HDR.

A DJI diz que o Air pode voar a até quase 5 mil metros do nível do mar. O dispositivo pode atingir velocidades de até 68km/h no modo Sport – mais rápido do que o Mavic Pro – e tem autonomia para até 21 minutos de voo.

A maioria dos drones exige um cartão de memória para armazenar as gravações de vídeos, mas você pode esquecer seu cartão com o Air porque o novo gadget conta com armazenamento interno de 8GB. O drone possui conector USB-C e entrada para cartão SD.

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GoPro enfrenta crise na divisão do drone Karma e vai demitir até 300 pessoas

A GoPro está fechando de 200 a 300 vagas de trabalho na sua divisão aérea, que inclui o desenvolvimento do drone Karma. Em comunicado aos funcionários demitidos, a empresa afirmou que passa por um momento de reestruturação “com o objetivo de alinhar os recursos com as demandas do negócio”.

A companhia tem enfrentado uma competição cada vez mais forte de produtos mais baratos, além do grande avanço das câmeras de smartphones.

A medida não é uma surpresa para quem acompanha de perto os resultados da GoPro, principalmente do seu drone. O Karma tem limitações técnicas que impedem o crescimento do produto, que tiveram seu auge nos vários relatos de queda do aparelho durante o voo no ano passado.

Na época, a GoPro identificou que a queda ocorria por causa de um problema na bateria, que desligava em pleno voo. Após interromper as vendas, o drone voltou ao mercado, mas já enfrentava concorrência, principalmente da DJI, sua ex-parceira.

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Fabricante de drones DJI abre primeira loja no Brasil

A DJI, fabricante que detém 70% das vendas mundiais de drones, abre no Rio de Janeiro sua primeira loja física no Brasil. A inauguração foi realizada sexta-feira (22/12/2017), no BarraShopping – Rio de Janeiro, e a unidade conta com 110 m2 de área, incluindo uma arena de voo interna para que os visitantes possam degustar livremente os drones à venda.

A DJI possui mais três lojas na América Latina, localizadas no México, Chile e Bolívia. No mercado brasileiro, a marca é representada pelo Grupo Herval, que já é detentor da maior rede varejista da Apple no País.

A loja física nacional segue os padrões de qualidade exigidos pela gigante chinesa globalmente. Conforme o vice-presidente e responsável pelas marcas de varejo do Grupo Herval, Germano Grings, a escolha pelo Rio de Janeiro se deu pela atração turística natural da cidade, bem como pelo interesse aguçado por tecnologia e inovação dos diversos públicos que a frequentam.

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Drone invade espaço aéreo de Congonhas, em SP, e prejudica voos

A Polícia Federal ainda está tentando identificar o responsável pelo drone que provocou o fechamento, na noite de domingo (12), do segundo aeroporto mais movimentado do Brasil. As consequências dos problemas em Congonhas, em São Paulo, se estenderam até esta segunda-feira (13).

Imagens mostram aviões passando direto, sem pousar, no aeroporto de Congonhas. Na noite de domingo, mais de 30 voos foram desviados ou cancelados.

Motivo? Um drone invadiu o espaço aéreo e foi flagrado por dois pilotos. O aeroporto ficou fechado por mais de duas horas. A torre de controle deu o alerta.

“Atento a drones nessa curva final à esquerda do eixo, ok? E, pela segurança, a gente resolveu suspender as aproximações, ok?”

E os problemas se multiplicaram para muitos passageiros.

“É meu primeiro dia no emprego e eu estou ligando para falar que eu vou chegar atrasada. Vou chegar atrasada quatro horas porque remanejaram meu voo”, disse a relações públicas Carolina Ferraz da Silva.

“Tinha que apresentar um trabalho na faculdade. Tomara que o professor seja bonzinho, é bom até aparecer na TV para ele ver que eu não estou mentindo”, contou o estudante Juan Rodrigo Rarbar Penas.

E não foi a primeira vez. Semanas atrás, outro drone apareceu na rota de um avião que pousava.

Marcelo Honorato, juiz federal especialista em crimes aeronáuticos, explica que quem coloca um drone perto de aeroporto comete o crime de atentado ao transporte aéreo, com pena de dois a cinco anos de prisão. E tem mais.

“Ele poderá ser autuado pela Anac, assim como nós somos numa multa de trânsito. Então são três esferas de responsabilização: administrativa, no aspecto cível e no aspecto penal”, disse.

A Polícia Federal, que investiga o caso, ainda tenta identificar e localizar o responsável.

O pesquisador e instrutor de pilotagem de drones Willian Lima explica os perigos do equipamento para um avião.

“Se ele for engolido por uma turbina, pode primeiro destruir as paletas de admissão da turbina e ocasionar um problema que faça o avião retornar. Em caso de colisão com qualquer outra parte vital da aeronave, pode fazer com ela venha ter sérios problemas para manter o controle de voo”, disse.

Nos Estados Unidos e na Europa, aeroportos estão instalando os chamados caça-drones.

O sistema que caça drones funciona assim: uma câmera mostra imagens ao vivo do topo de um prédio, onde está instalado um sensor que identifica a presença de um drone. O monitoramento que ele faz é representado num mapa. Ele faz uma varredura em uma área circular de diâmetro de dois quilômetros, e está representado por um pequeno ícone.

Quando um drone é identificado, o alerta é o suficiente para, por exemplo, uma autoridade aeroportuária, se isso estiver instalado num aeroporto, saber que um drone naquele momento invadiu o espaço aéreo, e aí as autoridades podem orientar melhor os pilotos que estão decolando ou pousando. E, numa atitude mais extrema, fechar momentaneamente o aeroporto.

“O sistema de radiofrequência, além de identificar o drone, consegue identificar as coordenadas geográficas do piloto e, com isso, entender se essa pessoa estava realmente mal-intencionada, ou se era um simples piloto que não percebeu que estava próximo do aeroporto”, disse Paulo Santos, gerente da empresa.

O dono de um drone que estava na noite de domingo (2) nas proximidades de Congonhas e causou o fechamento do aeroporto por duas horas pode pegar até cinco anos de prisão.

Segundo o juiz Marcelo Honorato, especialista em crimes aeronáuticos, o dono do drone, que ainda não foi identificado, pode ser enquadrado no artigo 261 do Código Penal brasileiro que tipifica como crime expor a perigo aeronave ou praticar qualquer ato a impedir ou dificultar navegação aérea. O artigo também é usado para tentar coibir a soltura de balões.

Para Honorato, após a identificação do dono do drone, será necessário verificar qual era sua objetivo ao usar o dispositivo próximo ao aeroporto. Segundo o juiz, isso será usado para definir se ele cometeu o ato de maneira intencional ou se assumiu o risco que estava causando. Essas informações poderão ser usadas para definir uma punição ou o tempo de prisão.

 

FONTE: GLOBO

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ROCK IN RIO: DRONES MONITORAM A SEGURANÇA DO EVENTO EM TEMPO REAL

O Rock in Rio conta com uma novidade na segurança desta edição: o monitoramento, em tempo real, por drones que sobrevoam toda a Cidade do Rock. É a primeira vez que o equipamento é usado na segurança do evento. No total, dois drones monitoram o festival do início ao fim. Eles são usados para garantir a segurança no entorno do evento, especialmente na área mais próxima à lagoa, para evitar a entrada de invasores.

Os drones têm capacidade de monitoramento em até 7 km de distância, voam até 500 metros de altura e a uma velocidade máxima de 100 km/h. Toda a gravação é feita com a tecnologia 4k. A tecnologia dos drones foi escolhida para integrar o sistema de segurança por se tratar de um equipamento de ponta, que permite a visualização aérea de todo o Rock in Rio.

– É um equipamento de ponta e excelente para o monitoramento do perímetro do festival. A área desse ano é muito maior que dos demais. Então, ter esse auxílio é importante para aumentar a segurança de quem vem ao evento e garantir a diversão – explicou.

As câmeras dos drones são monitoradas pela equipe da Prosegur que fica em um Centro de Controle Operacional. Ao sinal de qualquer irregularidade, pode acionar os 1.300 homens da companhia que atuam no evento, o dobro da edição passada. Solange Simões lembra, porém, que o equipamento não sobrevoa a plateia e nem o centro da Cidade do Rock por questões de segurança.
– Não podemos levar o drone para sobrevoar o público por medidas de segurança. Seguimos as regras da Anac. Eles estão restritos ao monitoramento do entorno do Rock in Rio.
Além dos drones, 100 câmeras espalhadas pela Cidade do Rock e 25 cães das raças pastor alemão, rottweiler e pastor belga Malinois auxiliam no controle do que acontece dentro do festival.

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